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  Análise de Metais em Água

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A crescente expansão demográfica e industrial ocorrida nas últimas décadas gerou um comprometimento da qualidade das águas dos rios, lagos e reservatórios, devido a despejo de efluentes domésticos e industriais, além de carga difusa urbana e agrícola.

Parte desse quadro deve-se a despejo de água contaminada por metais pesados, proveniente de lançamento de efluentes, como os gerados em indústrias extrativistas de metais, de tintas e galvanoplastias, além das químicas, do ferro e do aço e das petroquímicas.

Metais pesados são elementos químicos com número atômico superior a 22 e são conhecidos, principalmente, por apresentarem efeitos adversos à saúde humana. O Chumbo, por exemplo, pode causar envenenamento crônico, atingindo o sistema nervoso central com consequências bastante sérias. Para os peixes, as doses fatais desta matéria variam de 0,1 a 0,4 mg/L, valores que também se aplicam a outras substâncias como Níquel e Zinco.

Devido as suas altas toxicidades, os níveis de metais pesados são duramente controlados nas Legislações vigentes como, por exemplo, a Portaria 2914 do Ministério da Saúde, que rege os parâmetros da Água Potável e o Decreto 8468 do Estado de São Paulo, que dispõe sobre o controle da Poluição do Meio Ambiente. O monitoramento se faz necessário, principalmente, em Estações de Tratamento de &Aacte;gua Potável e Estações de Tratamento de Efluentes.

Existe uma alternativa internacionalmente aceita para analise de metais em água. Esta pode ser usada em laboratório e em amostragens automáticas.

A voltametria é um método eletroquímico onde as informações qualitativas e quantitativas, de uma espécie química, são obtidas a partir do registro de curvas corrente-potencial, feitas durante a eletrólise dessa espécie, em uma célula constituída por pelo menos dois eletrodos, sendo um deles um microeletrodo (de trabalho) e o outro um eletrodo de superfície relativamente grande (usualmente um de referência). O potencial é aplicado entre os dois eletrodos em forma de varredura, isto é, variando-o a uma velocidade constante em função do tempo. Este e a corrente resultante são registrados simultaneamente.

Desta forma, a informação sobre o analito é dada pela magnitude de corrente elétrica que surge no eletrodo de trabalho ao se aplicar um potencial entre este e um auxiliar, enquanto a magnitude da corrente obtida pela transferência de elétrons, durante um processo de oxirredução, pode ser relacionada com a quantidade de analito presente na interface do eletrodo e, consequentemente, na célula eletroquímica.

 
     
 
 
     
 
 
 
 
     
         
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